Quem dá a aula já executou
Todo professor tem operação real no currículo. Não é requisito de marketing: é o que permite responder "o que você faria no meu caso" sem enrolar.
A mesma sequência que usamos para virar empresas por dentro, adaptada para caber em uma turma. Começa em diagnóstico e termina em número.
A mesma sequência que usamos para virar empresas por dentro, adaptada para caber em uma turma. Começa em diagnóstico e termina em número.
Onde dói de verdade: números, processo e o que ninguém fala em reunião.
Aula construída sobre o seu contexto — seu funil, seu time, seu custo.
Plano curto, dono definido, prazo definido. A gente volta para cobrar.
Indicador combinado no início. Se não mexeu, não foi treinamento.
Todo professor tem operação real no currículo. Não é requisito de marketing: é o que permite responder "o que você faria no meu caso" sem enrolar.
A empresa que entra na discussão é a sua. Case famoso serve de referência, não de substituto para o problema que você precisa resolver.
Cada bloco termina em algo que volta para a operação: um mapa, um plano, um painel. Nada que exista só para justificar a nota.
O sucesso é definido no início, com número. Se ele não se mexeu ao final, a gente chama pelo nome: não foi treinamento, foi evento.
Cheguei achando que era problema de vendas. Saí com um problema de processo mapeado e um plano de 90 dias. Em quatro meses a margem parou de sangrar.
Já tinha feito MBA. A diferença aqui é que o professor tinha vivido o problema que eu descrevi — e me disse o que não fazer, com nome e número.
Levamos o in company para 40 pessoas do time comercial. Pela primeira vez o treinamento sobreviveu ao mês seguinte, porque veio com indicador.
depoimentos ilustrativos — substituir por relatos reais com autorização de uso.
Sem apresentação de 40 slides. Você conta o cenário, a gente diz o que faria — e se não for com a BTX, também falamos.
Prefere direto? [email protected]